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terça-feira, 17 de junho de 2008

ASFIXIOLOGIA

ASFIXIOLOGIA


1.
SUFOCAÇÃO DIRETA
SUFOCAÇÃO INDIRETA

2.
CONSTRIÇÃO PESCOÇO
- esganadura
- enforcamento
- estrangulamento

3.
SUBSTITUIÇÃO DO OXIGÊNIO
- confinamento
- afogamento
- soterramento

Cogumelo de espuma


SUFOCAÇÃO
É a falta de capacidade respiratória.

SUFOCAÇÃO DIRETA
É o impedimento de entrada do ar que respira, quando tapa o nariz e a boca.
A mãe tapa o nariz e a boca da criança, para não chorar. Não vai chorar nunca mais.
Ou quando coloca a criança entre os pais par dormir.
Está tão quietinho!
E vai continuar.


PROVA CUMULATIVA



Conceito: Impedimento de processo respiratório.

SUFOCAÇÃO
• direta – obstrução de narinas e boca
• indireta – impedimento da expansão toráxica

OBSTRUÇÃO: Do pescoço ou cervical
• enforcamento – corda tencionada com o próprio peso do corpo
• estrangulamento – corda tencionada com força aplicada por terceiro
• esganadura – tensão com as mãos

AFOGAMENTO
• afogamento - substituição do ar por água, formando o cogumelo de espuma (bolhas que saem pelas narinas e boca)
• confinamento – substituição do ar outro gás nocivo
• soterramento – substituição do ar por sólido


SUFOCAÇÃO DIRETA
É o impedimento da entrada de ar pela narina e pela boca.
A constricção do ar que se respira ao nível do pescoço ou região cervical (o pescoço).
- Acidental – dormir com os pais, moeda
- Homicídio - travesseiro



- esganadura – com as mãos
- enforcamento – com o peso do próprio corpo
- estrangulamento – com a força de outro corpo

ESGANADURA
Impede a passagem do ar pela força das mãos. Em arte marcial, ainda que não seja pela força das mãos, também é considerado esganadura (com os pés, com uma chave de braço, por exemplo).

ENFORCAMENTO E ESTRANGULAMENTO
Faço a mesma constricção, mas por uma fita ou uma corda no pescoço da pessoa.
Se o peso da própria pessoa causar a tensão, é o caso de ENFORCAMENTO.
Estrangulamento é a mesma coisa, mas o que causa a força, a tensão, é outra pessoa.

OSSO HIÓIDE
Na esganadura na precisa ter fratura nesse osso nem na vértebra cervical.

GARROTE
Usado em pena de morte, por estrangulamento.


SUFOCAÇÃO INDIRETA
Ocorre quando há um impedimento da expansão toráxica. Por exemplo, colocando um peso no tórax. É o caso do muro que cai sobre alguém. A mídia coloca a coisa de forma errada. Não morre por desabamento, mas por sufocação.


Por que o cachorro não morre quando atirado à água? Porque não tem medo da morte.
Assim, também, o urso e outros animais.

Antes de mergulhar, deixar de molho os pés, para evitar choque térmico.
Também molhar a testa, pulsos, etc.
Nunca mergulhar em lugar que não conheça.


Quando o ar é substituído por outras substâncias.


AFOGAMENTO
Quando o ar é substituído por líquido.
Existem duas hipóteses:
- água doce
- água salgada
Na morte por afogamento em água salgada demora um pouco mais para morrer (uns 30 segundos).
Qual o mecanismo da morte?
A água entra nos alvéolos e daí para o sangue, diluindo o sangue. Como a água salgada é mais semelhante ao plasma, a morte é mais lenta.

O indivíduo que morre por afogamento pode apresentar:
COGUMELO DE ESPUMA
Temos uma camada de proteína. Se a água entrar em contato com essa proteína, pode sair, pela boca e pelo nariz, uma espuma.


SOTERRAMENTO
Costuma-se ver em acidente de trabalho. É a substituição do ar que se respira por elementos sólidos. Por exemplo, quando cai em um silo de farinha.


CONFINAMENTO
É a substituição do ar que respiramos por um outro ar, venenoso.
Alguns usam isso como suicídio – escapamento de carro.
Também pode ocorrer quando algumas pessoas são fechadas em um cubículo.
Ou, ainda, com o gás de rua. É muito usado para aquecedores. Se apagar a chama, vazará o gás.

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
A vida existe para ser vivida, não adiada.

Quem sou eu

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

COMO NASCEU ESTE BLOG?

Cursei, de 2004 a 2008, a graduação em Direito na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (FDSBC).

Registrava tudo o que os professores diziam – absolutamente tudo, incluindo piadas, indicações de livros e comentários (bons ou maus). Por essa razão, eram as anotações bastante procuradas.

Entretanto (e sempre existe um entretanto), escrevia no verso de folhas de rascunho, soltas e numeradas no canto superior direito, sem pautas, com abreviações terríveis e garranchos horrorosos que não consigo entender até hoje como pudessem ser decifradas senão por mim.

Para me organizar, digitava os apontamentos no dia seguinte, em um português sofrível –deveria inscrever sic, sic, sic, a cada meia página, porque os erros falados eram reproduzidos, quando não observados na oportunidade em que passava a limpo as matérias -, em virtude da falta de tempo, dado que cumulei o curso com o trabalho e, nos últimos anos, também estagiei.

Em julho de 2007 iniciei minhas postagens, a princípio no blog tudodireito. A transcrição de todas as matérias, postadas em um mesmo espaço, dificultava, sobremaneira, o acompanhamento das aulas.

Assim, criei, ao sabor do vento, mais e mais blogs: Anotações – Direito Administrativo, Pesquisas – Direito Administrativo; Anotações – Direito Constitucional I e II, Pesquisas – Direito Constitucional, Gramática e Questões Vernáculas e por aí vai, segundo as matérias da grade curricular (podem ser acompanhados no meu perfil completo).

Em novembro de 2007 iniciei a postagem de poemas, crônicas e artigos jurídicos noRecanto das Letras. Seguiram-se artigos jurídicos publicados noJurisway, no Jus Navigandi e mais poesias, na Sociedade dos Poetas Advogados.

Tomei gosto pela coisa e publiquei cursos e palestras a que assistia. Todos estão publicados, também, neste espaço.

Chegaram cartas (pelo correio) e postagens, em avalanche, com perguntas e agradecimentos. Meu mundo crescia, na medida em que passava a travar amizade com alunos de outras faculdades, advogados e escritores, do Brasil, da América e de além-mar.

Graças aos apontamentos, conseguia ultrapassar com facilidade, todos os anos, as médias exigidas para não me submeter aos exames finais. Não é coisa fácil, vez que a exigência para a aprovação antecipada é a média sete.

Bem, muitos daqueles que acompanharam os blogs também se salvaram dos exames e, assim como eu, passaram de primeira no temível exame da OAB, o primeiro de 2009 (mais espinhoso do que o exame atual). Tão mal-afamada prova revelou-se fácil, pois passei – assim como muitos colegas e amigos – com nota acima da necessária (além de sete, a mesma exigida pela faculdade para que nos eximíssemos dos exames finais) tanto na primeira fase como na segunda fases.

O mérito por cada vitória, por evidente, não é meu ou dos blogs: cada um é responsável por suas conquistas e a faculdade é de primeira linha, excelente. Todavia, fico feliz por ajudar e a felicidade é maior quando percebo que amigos tão caros estão presentes, são agradecidos (Lucia Helena Aparecida Rissi (minha sempre e querida amiga, a primeira da fila), João Mariano do Prado Filho e Silas Mariano dos Santos (adoráveis amigos guardados no coração), Renata Langone Marques (companheira, parceira de crônicas), Vinicius D´Agostini Y Pablos (rapaz de ouro, educado, gentil, amigo, inteligente, generoso: um cavalheiro), Sergio Tellini (presente, hábil, prático, inteligente), José Aparecido de Almeida (prezado por toda a turma, uma figura), entre tantos amigos inesquecíveis. Muitos deles contribuíram para as postagens, inclusive com narrativas para novas crônicas, publicadas no Recanto das Letras ou aqui, em“Causos”: colegas, amigos, professores, estagiando no Poupatempo, servindo no Judiciário.

Também me impulsionaram os professores, seja quando se descobriam em alguma postagem, com comentários abonadores, seja pela curiosidade de saber como suas aulas seriam traduzidas (naturalmente os comentários jocosos não estão incluídos nas anotações de sala de aula, pois foram ou descartados ou apartados para a publicação em crônicas).

O bonde anda: esta é muito velha. A fila anda cai melhor. Estudos e cursos vão passando. Ficaram lá atrás as aulas de Contabilidade, Economia e Arquitetura. Vieram, desta feita, os cursos de pós do professor Damásio e da Gama Filho, ainda mais palestras e cursos de curta duração, que ao todo somam algumas centenas, sempre atualizados, além da participação no Fórum, do Jus Navigandi.

O material é tanto e o tempo, tão pouco. Multiplico o tempo disponível para tornar possível o que seria quase impossível. Por gosto, para ajudar novos colegas, sejam estudantes de Direito, sejam advogados ou a quem mais servir.

Esteja servido, pois: comente, critique, pergunte. Será sempre bem-vindo.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches