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quarta-feira, 16 de abril de 2008

GLOSSÁRIO

A
Acetilcolina - Uma molécula de colina, na qual foi introduzida em COCH3. Sintetizado pelos
neurônios do Sistema Nervoso Parassimpático, é liberado à nível das sinapses e placas motoras.
Ácido hialurônico - (Do gr. hialo, ‘transparente’). Substância encontrada em abundância no meio
intersticial dando consistência ao tecido conjuntivo.
Anaeróbico - (Do gr. An = sem; aér =‘ar’; bios = vida’). Termo utilizado a qualquer organismo
inferior (bactérias, fungos e alguns vermes) que consegue a viver na ausência de oxigênio. Para
referir-se à microorganismos ou reações químicas que se desenvolvem em meio sem oxigênio.
Anastomose - (Do gr. aná, ‘de novo’; stoma, ‘orifício’ ). Conecção que pode ocorrer natural ou
artificialmente, fazendo a comunicação entre dois segmentos.
Andrógeno - (Do gr. Andros, ‘masculino’; genesis, ‘origem’, ‘geração’). Denominação de
hormônio masculino; hormônio de ação verilizante.
Anidrase carbônica - Enzima catalizadora da combinação do CO2 com a água dando ácido
carbônico.
Antígenos - (Do gr. Anti, ‘contra’; gennan, ‘o que gera’). Nome dado a toda substância estranha ao
organismo de um animal, induz a formação de anticorpo específico.
Anura - ( Au = sem; Ura = cauda) Designa um animal sem cauda.
Ápocrina - (Do gr. Após , ‘afastado’; krinos, ‘secreção’). Glândula exócrina que elimina parte do
citoplasma das suas células juntamente com a secreção, regenerando constantemente as estruturas
perdidas.
Aponeurose de inserção - (Do gr. Após, ‘afastado’; neuros, ‘nervo’). Membrana fibrosa, que
envolve os músculos, muito resistente, principalmente na extremidade muscular, região em que este
tecido se fixa aos ossos.
Artrópodo - (Do gr.arthron, ‘articulação’; pous, podos, ‘pés’). Invertebrado do Filo Arthopoda,
caracterizado pela presença de membros locomotores articulados em número par.
Autotrófico - (Do gr. Autós, ‘próprio’; trophé, ‘alimento’). O organismo que sintetiza seus
próprios alimentos ( substância orgânica). Todos os vegetais através da fotossintese, a partir de
compostos inorgânicos, como o dióxido de carbono e a água, produzem substâncias orgânicas
necessárias ao seu desenvolvimento.
Avitaminose - (Do gr. A, ‘sem -‘; + rad. Vitamin(a); + suf. ose, design. de ‘doença’). Termo que
designa diversas formas de estados nutricionais mórbidos condicionados pela carência de uma ou
mais vitaminas no organismo.
B
Basófilo - (Adj. ref. a basofila). Produzidos pela medula óssea, e tem afinidade por corantes
básicos.
C
Catabólitos - Produtos oriundos do catabolismo que é a degradação de células e compostos
orgânicos “envelhecidos” do organismo do animal.
Catepsina - (Do gr. Kata, ‘para baixo’; opsis, ‘alimento’; + suf. ina de algumas enzimas
etc).Enzima das células animais, encontrada nos lisossomos e que participa dos processos de
digestão intracelular.
Celenterados - (Do gr. Koilos, ‘oco’; entheron, ‘intestino’). Termo criado por Clauss para
enquadrar ao mesmo tempo cnidários e ctenóforos, animais aquáticos, livres ou coloniais, cujo
corpo apresenta uma ampla cavidade gastrovascular comunicando-se com o exterior por uma única
abertura.
Celoma - (Do gr. Kelos, ‘ventre’, ‘cavidade do corpo’; + suf. oma, ‘proliferação’). Cavidade que
se forma no embrião pela separação dos dois folhetos mesodérmicos; cavidade geral do corpo dos
animais triblásticos celomados, que separa as vísceras da parede do corpo.
Clasmocitose - (Do gr. Klasma, ‘rotura’; kystos, ‘célula’; + suf. osis, ‘estado’). Movimento
inverso ao da pinocitose, pelo qual minúsculas vesículas citossômicas se fundem à da membrana
plasmática e expelem para o exterior, eliminando os resíduos inúteis da célula.
Coágulos - (Do lat. coagulare, ‘coalhar’). Massa composta de fibrina, plaquetas e glóbulos
vermelhos que tem como função impedir a perda de sangue quando em vaso sangüíneo é lesado.
D
Doença de Parkison - Doença que envolve o do SNC devido a falta de mediadores químicos,
caracterizada por tremores, rigidez muscular, alterações no andar, descoordenação motora, e
dificuldade da fala.
C
Edema - (Do gr. Oídema, ‘inchaço’). Extra vazamento de líquido nos tecidos proveniente do
sangue, provocando enturmecimento e aumento de volume locais; às vezes, decorre de dificuldade
circulatória da linfa;
Encéfalo - (Do gr. En, ‘dentro’; kephalé, ‘cabeça’). Partes do SNC que formam um conjunto de
órgãos situados dentro do crânio. Apresenta-se com várias divisões, como, telencéfalo,
mesencéfalo, rombencéfalo, etc.
Endotélio - (Do gr. Endon, ‘interno’; thelen, ‘afastado’). Camada epitelial única de células que
reveste a parede interna dos grandes vasos sangüíneos e linfáticos.
Eosinófilo - (Do gr. Philein = amigo + eosina =corante). Célula da série branca do sangue, que se
cora pela eosina, e esta envolvida em processos alérgicos.
Eritrócito - (Do gr. Erythron, ‘vermelho’; kytos, ‘célula’). Glóbulo vermelho do sangue; hemácia.
Esponjas - (Do lat. Spongia, ‘esponja’). Animal, considerado o mais inferior dentre os animais, não
apresentando estruturação típica de tecidos e de órgãos e revelando tão-somente um corpo em
forma de saco, delimitado por uma epiderme muito simples, uma camada intermediária ou
mesênquima e um revestimento interno de células dotadas de gola e flagelo chamadas coanócitos.
Esteróides - (Éster, função da Orgânica; + suf. eidos, ‘semelhante’). Compostos de natureza
lipídica formados pela combinação de ácidos graxos com um álcool de cadeia fechada, através de
ligação oster, que tem como principal representante o colesterol.
F
Fibras argirófilas - (Arg - prata, filos - afinidade) Substância que são coradas pela prata.
Folículos - (Do lat. Folicullus, ‘pequena cavidade’, ‘saquinho’). Pequena Cavidade - piloso:
reentrância ou cripta da pele em cujo fundo se aloja uma papila na qual se desenvolve o pêlo ou
cabelo.
G
Gânglio - (Do gr. Gagglion, ‘novelo’, ‘íngua’). Pequena estrutura esférica ou ovóide,
múltipla,contendo uma massa celular que é encontrado normalmente em alguns sistemas do
organismo dos seres vivos.
GAP junctions - (Do ing. Gap, ‘portão de comunicação’). Espaços pequenos entre as membranas
de celulares, que representam pontos de aderência ou comunicação entre as células.
Glândulas - (Dim. Do lat. Glans, glandis, ‘bolota’). Designação geral das estruturas encontradas
em animais e plantas que têm por função segretar substâncias eliminando-as como produtos de
excreção, que muitas vezes atuam sobre outros órgãos e estruturas
Glicoprotéica - (De glicos, rel. a glícidios, + elem. compos. Proteínas). Proteína complexa que
apresenta em ligação com suas cadeias polipeptídicas um radical prostético constituído por um
glicídio.
Glomérulos - (Do lat. Glomus, eris, ‘novelo’; + suf. ulo, ‘diminutivo’). Formação com aspecto
enovelado, formado por capilares que ocorre nos rins.
Glossofaríngeo - (Do gr. Glossos, ‘língua’; + elem. compos faríngeo, rel. a faringe). Nono par de
nervos cranianos que atua sobre a língua, com atividade mista, levando ao encéfalo os impulsos que
se traduzem pela sensação de gosto.
Granulócitos - (Do lat. Granum, ‘grão’; + suf. ulo, ‘diminutivo’; gr. Kytos, ‘célula’). Glóbulos
brancos do sangue de origem mielóide, cujo citoplasma possuem grânulos e que atuam nos
mecanismos de defesa notadamente, praticando a fagocitose dos microrganismos invasores.
GTP - (Sigla do ing. Guanosin triphosphate, ‘trifosfato de guanosina’). Trinucleotídeo da família
do ATP, atua intracelularmente como reservatório de energia para a célula e também participa de
mecanismos de comunicação molecular intra celular.
H
Hemangioblastos - ( Hem - sangue; angio - vasos; blastos - jovens). Células que formam tecido
sangüíneo, produzido na medula óssea, que podem ser encontrados no sangue circulante.
Hematopoético - Relativo a hematopoese. O uso consagrou a forma imprópria hematopoiético,
muito generalizada e já registrada em dicionários, relativo aos locais onde são produzidos as células
sangüíneas.
Hemorragia - (Do gr. Haîma, ‘sangue’; rasghein, ‘derrame’, ‘extravasamento’). Derrame de
sangue para fora dos vasos que deviam contê-lo. Pode ocorrer por rompimento dos vasos devido ao
aumento da pressão sangüínea ou acidentalmente, por ação de traumatismos.
Heparina - Um anticoagulante fisiológico produzido pelos mastócitos.
Heterotrófico - (Do gr. Hétero; ‘diferente’; trophé, ‘nutrição’; + suf. ico, ‘natureza de’).
Designação dada aos seres que, são incapazes de sintetizar sua própria matéria orgânica à custa de
substâncias inorgânicas do meio, procuram-na em organismos de outras espécies ou na matéria em
decomposição no ambiente, usando recursos como o predatismo, o parasitismo, o comensalismo,
etc.
Hidroxiprolina - Aminoácido de ocorrência não muito frequente em proteínas.
Hiperqueratose - Produção exagerada de queratina por determinados tecidos, gerando um quadro
clínico característico.
Hipófise -(Do gr. Hypophisis, ‘broto’, ‘o que se desenvolve por baixo’). A principal glândula
endócrina do organismo, nos vertebrados, cujas secreções atuam sobre as demais glândulas de
secreção interna, controlando-lhes as atividades.
Histamina - (Do gr. Histos, de hystión, ‘tecido’; + elem. compos. Amina). Amina derivada da
histidina, que tem ação vaso dilatadora, liberada por células chamadas mastócitos.
Homeostasia - (Do gr. Homoios, ‘o mesmo’; stásis, ‘parada’, estagnação’). Estado estável
mantidos pelo SNC e sistema endócrino das células e do organismo . Mesmo diante de variações
acentuadas que possam ocorrer no meio externo, o meio interno mantem-ser estável.
Hormônio - (Do gr. Hormaein, ‘excitar’). Substância produzida por glândula endócrina ou por
células isoladas, que, uma vez lançada no sangue, vai agir à distância, como mensageiro químico,
estimulando ou inibindo as funções de certas células ou de certos órgãos.
I
Insetívoros - (Do lat. Insecto, ‘inseto’; vorare, ‘comer’). Que comem insetos.
Isquemia - (Do gr. Isch, ‘deter’; haíma, ‘sangue’; + suf. ia, ‘propriedade de’). Interrupção do
abastecimento de sangue de uma área de certo tecido ou órgão em virtude de vasiconstrição local ou
trombose da artéria principal da região.
J
Jejuno-íleo - (Do lat. Jejunu, ‘que está em jejum’). Segmento do intestino delgado situado entre o
duodeno e o íleo, sem um limite de transição anatomicamente bem definido com este último, razão
pela qual prefere-se considerar as duas partes como um todo, dando-lhe o nome de jejuno-íleo.
L
Linfócito - (De linfa; gr. Kytos, ‘célula’). Leucócito de origem linfóide, enquadrado entre os
agranulócitos, com núcleo mais ou menos esférico e grande, ocupando boa parte da célula. Os
linfócitos encontram-se no sangue circulante, em condições normais, numa taxa variável entre 21 e
35% do número global dos leucócitos.
Lobos - (Do gr. Lobós). Expansão ou extremidade arredondada de um corpo ou órgão. Parte
arredondada, proemitente, de um órgão.
M
Macrófago - (Do gr. Makrós, ‘grande’;phagein, ‘comer’). Tipo de célula do tecido conjuntivo, de
volume grande, cuja função é fagocitar substâncias estranhas, células mortas e restos celulares.
Mastócito - (Do al. Mast, ‘engorda’; gr. Kytos, ‘célula’). Célula grande, de citoplasma granuloso,
encontrada no tecido conjuntivo, que produz e secreta várias substâncias vasoátivas como histâmina
e heparina.
Maturação - (Do lat. Maturare, ‘amadurecimento’; + suf. ação ‘ato de’). Etapa em que o
desenvolvimento de um órgão ou de uma estrutura atinge a idade adulta” e passa a exercer suas
funções.
Megacariocítica - (Do gr. Méga, ‘grande’, ‘gigante’; kytos, ‘célula’). Célula nucleada grande da
medula óssea, proveniente dos hemocitoblastos e responsável pela formação das plaquetas.
Membrana sinovial - Membrana em forma de bolsa, cheia de um fluido gelatinoso chamado
líquido sinovial, situada entre algumas articulações ósseas.
Mesênquima - (Do gr. Mesos, ‘meios’, ‘intermediário’; egchyma, ‘infusão’). Tecido conjuntivo
primitivo, encontrado nas primeiras fases do desenvolvimento embrionário, e que, aos poucos, por
processos específicos de diferenciação celular, vai dando origem aos diferentes tipos de tecidos.
Surge a partir do mesoderma (o folheto embrionário intermediário).
Mesonefro - (Do gr. Mesos, ‘meio’; ‘intermediário’; nephron, ‘rim’). Rim segmentado, de
localização mediana no corpo, existente em peixes e anfíbios, contendo alguns nefróstomas.
Mesotélio - (Do gr. Mesos - meio; Telio - vaso, canal). Camada intermediária existente nos vasos
sangüíneos.
Metabolismo - ( Do gr. Metabolé, ‘mudança’, ‘troca’; + suf. Ismo, ‘qualidade de’). Conjunto de
reações químicas que se processam no organismo visando o a degradação de compostos para que
seja liberada energia para as atividades biológicas.
Metabólitos - ( De metabolismo). Substâncias produzidas no organismo em função dos processos
metabólicos.
Microvilosidade - (Do gr. Mikros, ‘pequeno’; + elem. Compos. Vilosidade). Tipo de membrana
plasmática com grande número de expansões digitiformes em absorção.
Miriápodes - (Do gr. Myria, ‘dez mil’; pous, podos, ‘pés’). Nome de uma antiga Classe de
Artrópodos dotados de corpo longo, dividido em cabeça e tronco, com um par de antenas e
numerosos pares de apêndices locomotores articulados, distribuídos pelos segmentos do tronco.
Monócito - (Do gr. Monos, ‘um’; kytos, ‘célula’). Leucócito da série dos grande, de origem
linfocitária e que atua na defesa do organismo realizando fagocitose.
Mucosa Pituitária - (Do lat. Pituita, ‘muco’, ‘secreção viscosa’; + suf. ário, ‘atividade’). Glândula
pituitária. O mesmo que hipófise. Mucosa nasal, compreendendo a pituitária respiratória de cor
avermelhada, que por ser muito irrigada, aquece o ar respirado, e a pituitária olfativa, mais posterior
amarelada que contém os receptores dos olfatórios.
N
Nanismo - (Do gr. Nannos, atr. do lat. Nanu, ‘anão’; + suf. ismo, ‘qualidade de’). Pequena altura.
Anomalia do desenvolvimento com insuficiência do crescimento somático.
Nefrídio - (Do gr. Nephros, ‘rim’; idion, ‘diminutivo’). Órgão excretor de grande número de
invertebrados, composto de um tubo longo e, as vezes, tortuoso, que se abre, por uma extremidade
proximal, no celoma ou cavidade geral, através de uma espécie de funil ciliado chamado
nefróstoma, e por outra, distal na parede do corpo, num orifício denominado nefridióporo.
Neutrófilo - (Do lat. Neuter, ‘neutro’; philein, ‘amigo’). Tipo de leucócito polimorfonuclear, cujo
citoplásma mostra afinidade por corantes neutros. Os neutrófilos constituem os leucócitos mais
abundantes no sangue circulante, cerca de 60% a 70% da série branca e fagocitose.
Noradrenalina - (Pref. Nor, da nomenclatura química, ‘além’; + elem. compos. Adrenalina).
Hormônio produzido nas sinapses nervosas do sistema simpático, muito mais potente do que a
adrenalina. É um composto do grupo das catecolaminas, derivado do metabolismo da fenilamina e
da tirosina, formado a partir da dopamina, produzido também na região medular da glândula supre
renal.
O
Odontoblastos - (Do gr. Odoûs. Ontos, ‘dente’; blastós, ‘broto’). Célula jovem de natureza
conjuntiva, que tem, forma uma camada de revestimento da polpa dentária e dá origem à dentina.
Osteoblastos - (Do gr. Osteon, ‘osso’; blastós, ‘broto’, gema). Célula de origem embrionária
proveniente do mesênquima, que dá origem aos osteócitos (células do tecido ósseo).
P
Paratireóides - (Do gr. Para, ‘ao lado’; + elem. compos. Tireóide). Quatro pequeninas glândulas
endócrinas situadas nos ângulos posteriores da tireóide e que têm importância no metabolismo do
cálcio.
Patogênicos -(Do gr. Pathos, ‘doença’, ‘sofrimento’; genesis, origem’, + suf. ico, ‘próprio de’).
Que produz doença, geralmente microorganismos.
Pepsina - (Do gr. Pepsis, ‘digestão’; + suf. ina, ‘natureza de’). Enzima proteolítica integrante da
composição do suco gástrico, cujo precursor é o pepsinogênio que pela ação do ácido clorídrico,
perde um peptídeo, liberando a enzima ativa.
Pepsinogênio - (De pepsina). Precursor da pepsina. Tem a natureza de um zimogênio. Lançado na
cavidade do estômago, em presença do HCl, em PH baixo, perde um peptídeo e se conserte em
pepsina, com atividade proteolítica.
Pericárdio - (Do gr. Peri, ‘ao redor; Kardia, ‘coração’). Membrana que envolve o coração.
Membrana fibrosa, epitelial, de origem mesodérmica, com função de proteção do músculo cardíaco.
Perilacunar - Ao redor de uma lacuna (um lugar ocô).
Peristálticos - (De peristalt(ismo); + suf ico, ‘próprio de’). Diz-se do movimento próprio das
vísceras ocas que devem projetar um conteúdo para adiante e que se faz por uma sucessão de
contrações em ondas.
Peritônio - (Do gr. Peri, ‘ao redor’; teinen, ‘estender’). Membrana serosa, a mais extensa do corpo
humano, que recobre a cavidade abdominal e reveste as víceras.
Pleura - (Do gr. Pleura, ‘lado’). Cada uma das membranas serosas, em forma de saco de paredes
duplas, independentes entre si, de cujos folhetos um fora os pulmões e o outro reveste a superfície
interna da caixa torácica do lado correspondente. Têm origem mesodérmica e se formam a partir do
hipômero.
Plexos coróides - (Do gr. Plexus, ‘entrelaçado’). Rede de delgados vasos da pia-máter, ao nível dos
ventrículos laterais do cérebro, onde se forma o líquido cefalorraquiano.
Polipeptídeos - (Do gr. Polys, ‘muitos’; + elem. compos. Peptídeos). Pequenas sequências de
aminoácidos.
Prolactina - (Do gr. Pró, ‘anterior’; lat. Lacte, ‘leite’; + suf. ina, ‘natureza de’). Hormônio
produzido e liberado pela hipófise, que estimula, sob determinadas condições, a secreção do leite
pelas glândulas mamarias.
Proteína - (De Proteu, nome de um semideus da mit. Grego-romana, célebre por sua capacidade
de se transfigurar nas mais diversas formas; + suf. ina, ‘natureza de’). Compostos orgânicos de
grande peso molecular, constituídos por longas cadeias de aminoácidos que tem formas estruturais
complexas e desempenham papéis de extrema importância para a vida das células e dos organismos.
Proteoglicans - (Proteo relativo à proteínas, glicans relativo à glicídeos). Macromoléculas
compostas por uma parte de proteína e outra de carboidratos.
Pseudópodos - (Do grt. Pseudos, ‘falso’; pous, podos, ‘pés’). Expansões ou prolongamentos
citoplasmáticos, que têm papel na locomação e no englobamento de substâncias, partículas, próprio
de células fagocitárias e de alguns protozoários.
Putrefação - (Do lat. Putris, ‘podre’; factione, ‘ato de fazer’). Decomposição de materiais
orgânicos por ação de enzimas bacterianas. É realizada por microorganismos com finalidade
respiratória.
Q
Quelônios - (Do gr. Chelone , ‘tartaruga’). Vertebrados da Ordem Chelonia ou Testudinata, da
Classe Reptilia, abrangendo tartarugas, cágados e jabutis. Têm o corpo protegido por uma carapaça
dorsal (escudo) e um plastão ventral.
Quimiorreceptores - (De quími(co); o de lig.; + elem. compos. Receptor, ‘o que recebe’).Células
neuroepiteliais encontradas na mucosa pituitária olfativa e nas papilas gustativas linguais,
responsáveis pela recepção dos estímulos ‘cheiro’e de ‘gosto’, respectivamente.
R
Região Apical - (Do lat. Apicis, ‘ponta’). Relativo a uma ponta ou vértice; localizado numa
extremidade.
Rumem - (Do lat. Rumen, ‘pança’, ‘papa’, ‘verme’). O mesmo que pança. A primeira e maior das
quatro câmaras do estômago composto dos ruminantes. Não possui glândulas secretoras de enzimas
e de suco gástrico.
S
Saculiforme - Em forma de “sacos” ou bolsas.
Sarcômeros - (Do gr. Sarx, sarkos, ‘carne’; meros, ‘prte’). Unidade estrutural e funcional das
miofibrilas. Segmento da miofibrila, que se repete ao longo dela, e de cuja contração resulta o
encurtamento da fibra muscular.
Seios Galactóforos - Dilatação dos canais que conduzem o leite materno secretado nas glândulas
mamarias.
Sela túrcica - (Rel. a turco, proven. da Turquia, ref. a um tipo de sela para calvagada usada pelos
turcos desde priscas eras.). Pequena depressão ou fossa situada no osso esfenóide, na base do
crânio, onde se localizaa glândula hipófise ou pituitária.
Septos - (Do lat. Septu, ‘divisão’). Parede que divide um compartimento ou um corpo em duas
partes. - nasal: lâmina cartilaginosa que contribui para dar forma ao nariz e que separa as fossas
nasais.
Sinapse - (Do gr. Syn, ‘união’; apsein, no ato de tocar’). - nervosa: região de “contato” entre os
terminais axônicos de um neurônio e a membrana plasmática ou as extremidades dendríticas de
outro.
Sincício - (Do gr. Syn, ‘união’, juntamente’; kytos, célula’). Célula multinucleada formada pela
fusão de diversas células.
Sinciciotrofoblasto - (De sincício, + suf. trofoblasto). Camada sincicial que se desenvolve a partir
do trofoblasto, situada por fora do citotrofoblasto, na qual começam a surgir as lacunas
trofoblásticas que levam a formação das vilosidades conicas entre o embrião e placenta.
Sistema de Havers - (Do antrop. Clopton Havers, anatomista inglês, 1650-1702). Finos canais
paralelos que correm vasos sangüíneos e filetes nervosos dentro dos ossos.
Sistema imunitário - (Do lat. Immuniate, ‘isenção’, ‘dispensa’). Resistência natural e adquirida
que um organismo possui frente à invasão por agentes estranhos, sejam microrganismos substâncias
como venenos etoxinas.
Sístole - (Do gr. Systole, ‘contração’). Contração do músculo cardíaco ou qualquer víscera oca. No
coração, distinguem-se sístoles auriculares ou atriais e as sístoles ventriculares.
Sudorese - (Do lat. Sudor, ‘suor’; + suf. esis, ‘eliminação’). Produção de suor. Eliminação do
produto das glândulas sudoríparas.
Sutura - (Do lat. Sutura, ‘costura’, ‘junção íntima’). Articulação imóvel, de osso com osso,
diretamente, como se observa nas suturas dos ossos cranianos. Relativo também ao ato de
“costurar” tecidos animais.
T
Teleósteos - (Do gr. Telein, ‘completo’; osteo ‘osso’, ou stoma, ‘boca’). Peixes da Classe
Osteichthyes ou Teleostomi, de esqueleto ósseo, sem válvula em espiral no intestino e com escamas
ciclóides ou ctenóides.
Termorregulação - (Do gr. Thermos, ‘calor’; + elem. compos. Regulação). Mecanismo pelo qual
os organismos homeotérmicos mantêm constante a sua temperatura interna, independentemente das
variações térmicas ambientais.
Tricúspide - (Do lat. Tri, ‘três’; cuspidis, ‘ponta’). Válvula formada de 3 peças ou valvas, que
comunica o átrio direito com o ventrículo do mesmo lado, impedindo o refluxo do sangue, quando
da sístole ventricular.
Triglícerídeo - (Do lat. Tri, ‘três’; + glicerídeo). Lipídeos formados pela ligação estérica de 3
ácidos graxos com uma única molécula de glicerol. Compreendem as gorduras e óleos.
Tubérculos - (Do lat. Tuberculu, ‘pequena protuberância arredondada’). Protuberância na
superfície de um órgão ou qualquer estrutura bulbosa integrante do corpo de uma planta. Caule ou
raiz que se enche de material nutritivo de reserva e se torna globoso, como uma batata.
Tuberosa - (Do lat. Tuber, ‘protuberância’; + suf. oso, ‘qualidade de’). Raiz geralmente axial,
com 3 ou 4 eixos desenvolvidos, rica em material nutritivo de reserva, de aspecto volumoso e às
vezes, globoso.
U
Ungulado - (Do lat. Ungulatu, ‘provido de unha grossa ou casco’). Qualificação que se dá aos
mamíferos portadores de cascos.
Urodelos - (Do gr. Ourás, ‘cauda’, delos, ‘visível’). Anfíbios da Ordem Urodela ou Caudata,
dotados de cabaça, tronco e cauda desenvolvida, patas de tamanho aproximadamente igual, larvas
semelhantes na forma aos adultos e com algumas espécies providas de brânquias persistentes
durante toda a vida.
Uropígio - (Do gr. Ourás, ‘cauda’; pygion, ‘nádegas’). Pequena proeminência adiposa da porção
posterior do dorso das aves, junto à cauda, que secreta em óleo que impermeabiliza as pessoas.
Utrículo - (Do lat. Utriculum, ‘pequeno saco’). Fruto unilocular, membranoso, indeiscente e
vesiculoso, do tipo cápsula. Órgão em forma de urna das plantas.
V
Vascular - (Do lat. Vasculum, ‘pequeno vaso’; + suf. ar, ‘pertinente a’). Relativo a vasos
condutores. O sistema vascular sangüíneo é composto de artérias, arteríolas, capilares vênulas e
veias.
Vasoativas - Substâncias que exercem suas funções sobre os vasos.
Vênula - (Dim. de veia). Pequena veia. Veia de pequeno calibre, que surge pela convergência dos
capilares e que se junta a outras vênulas para formar uma veia propriamente dita.
Z
Zona Pelúcida - (Do lat. Pellucidus, ‘translúcido’). Camada de glicoprotéinas, gelatinosa,
translúcida, que envolve os óvulos do tipo metalécito, dos mamíferos, e se mostra rodeada pela
corona radiata.

fonte: biologia.ifsc.usp.br

IDENTIDADE E IDENTIFICAÇÃO

IDENTIDADE

É o conjunto de atributos que caracterizam alguém ou alguma coisa.
Torna uma pessoa única. No caso da identidade humana, classifica-se em:
- identidade objetiva e
- identidade subjetiva.

IDENTIDADE OBJETIVA
É o conjunto de traços anatômicos físicos, que constituem o indivíduo: altura, peso, cabelo, olhos, características particulares, amputação de uma parte do corpo.

INDENTIDADE SUBJETIVA
A descrição do próprio EU: como a pessoa se vê.
Como você se descreve? Existem alterações da personalidade em que alguém confunde-se com um personagem. Parte daí a cometer atos de violência.

Hoje a identidade mudou muito em função da genética. Mas o custo é muito alto.
Nos EUA catalogam os DNAs de pedófilos, estupradores.



IDENTIFICAÇÃO

É um processo para evidenciar os atributos do indivíduo ou da coisa (objeto).

Processo identificador – como é?
- 1º registro,
- 2º registro,
- juízo de comparação.

(caiu no concurso da polícia federal)


QUAIS SÃO OS REQUISITOS CIENTÍFICOS PARA SE ESTABELECER UMA IDENTIDADE?

FOTOGRAFIA
As pessoas mudam – não é um bom método.

EXAME DO FUNDO DO OLHO
Não é prático.

a) UNICIDADE
Cada um tem que ser único.

b) PERENIDADE
Tem que existir sempre

c) IMUTABILIDADE
Não pode ser alterado ao longo do tempo

d) VARIABILIDADE
Tenho que ter diversos padrões para trabalhar

e) PRATICIDADE
Tem que ser algo fácil de ser obtido, pesquisado, arquivado.


FONTANELAS
Até dois anos, calcificam.


TENHO ELEMENTOS QUE ME DÃO A DIFERENÇA, MAS NÃO A PRECISÃO:

- arcada dentária
1º registro, 2º registro, comparação.
Para que possamos usar, é preciso ter o registro no dentista.
Temos duas dentições. A dencídua (vulgarmente, dentição de leite), e o nascimentos dos outros dentes.
Ajuda, mas não dá para identificar.

- genética
Quando não dá para usar a impressão dactiloscópica.

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
A vida existe para ser vivida, não adiada.

Quem sou eu

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

COMO NASCEU ESTE BLOG?

Cursei, de 2004 a 2008, a graduação em Direito na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (FDSBC).

Registrava tudo o que os professores diziam – absolutamente tudo, incluindo piadas, indicações de livros e comentários (bons ou maus). Por essa razão, eram as anotações bastante procuradas.

Entretanto (e sempre existe um entretanto), escrevia no verso de folhas de rascunho, soltas e numeradas no canto superior direito, sem pautas, com abreviações terríveis e garranchos horrorosos que não consigo entender até hoje como pudessem ser decifradas senão por mim.

Para me organizar, digitava os apontamentos no dia seguinte, em um português sofrível –deveria inscrever sic, sic, sic, a cada meia página, porque os erros falados eram reproduzidos, quando não observados na oportunidade em que passava a limpo as matérias -, em virtude da falta de tempo, dado que cumulei o curso com o trabalho e, nos últimos anos, também estagiei.

Em julho de 2007 iniciei minhas postagens, a princípio no blog tudodireito. A transcrição de todas as matérias, postadas em um mesmo espaço, dificultava, sobremaneira, o acompanhamento das aulas.

Assim, criei, ao sabor do vento, mais e mais blogs: Anotações – Direito Administrativo, Pesquisas – Direito Administrativo; Anotações – Direito Constitucional I e II, Pesquisas – Direito Constitucional, Gramática e Questões Vernáculas e por aí vai, segundo as matérias da grade curricular (podem ser acompanhados no meu perfil completo).

Em novembro de 2007 iniciei a postagem de poemas, crônicas e artigos jurídicos noRecanto das Letras. Seguiram-se artigos jurídicos publicados noJurisway, no Jus Navigandi e mais poesias, na Sociedade dos Poetas Advogados.

Tomei gosto pela coisa e publiquei cursos e palestras a que assistia. Todos estão publicados, também, neste espaço.

Chegaram cartas (pelo correio) e postagens, em avalanche, com perguntas e agradecimentos. Meu mundo crescia, na medida em que passava a travar amizade com alunos de outras faculdades, advogados e escritores, do Brasil, da América e de além-mar.

Graças aos apontamentos, conseguia ultrapassar com facilidade, todos os anos, as médias exigidas para não me submeter aos exames finais. Não é coisa fácil, vez que a exigência para a aprovação antecipada é a média sete.

Bem, muitos daqueles que acompanharam os blogs também se salvaram dos exames e, assim como eu, passaram de primeira no temível exame da OAB, o primeiro de 2009 (mais espinhoso do que o exame atual). Tão mal-afamada prova revelou-se fácil, pois passei – assim como muitos colegas e amigos – com nota acima da necessária (além de sete, a mesma exigida pela faculdade para que nos eximíssemos dos exames finais) tanto na primeira fase como na segunda fases.

O mérito por cada vitória, por evidente, não é meu ou dos blogs: cada um é responsável por suas conquistas e a faculdade é de primeira linha, excelente. Todavia, fico feliz por ajudar e a felicidade é maior quando percebo que amigos tão caros estão presentes, são agradecidos (Lucia Helena Aparecida Rissi (minha sempre e querida amiga, a primeira da fila), João Mariano do Prado Filho e Silas Mariano dos Santos (adoráveis amigos guardados no coração), Renata Langone Marques (companheira, parceira de crônicas), Vinicius D´Agostini Y Pablos (rapaz de ouro, educado, gentil, amigo, inteligente, generoso: um cavalheiro), Sergio Tellini (presente, hábil, prático, inteligente), José Aparecido de Almeida (prezado por toda a turma, uma figura), entre tantos amigos inesquecíveis. Muitos deles contribuíram para as postagens, inclusive com narrativas para novas crônicas, publicadas no Recanto das Letras ou aqui, em“Causos”: colegas, amigos, professores, estagiando no Poupatempo, servindo no Judiciário.

Também me impulsionaram os professores, seja quando se descobriam em alguma postagem, com comentários abonadores, seja pela curiosidade de saber como suas aulas seriam traduzidas (naturalmente os comentários jocosos não estão incluídos nas anotações de sala de aula, pois foram ou descartados ou apartados para a publicação em crônicas).

O bonde anda: esta é muito velha. A fila anda cai melhor. Estudos e cursos vão passando. Ficaram lá atrás as aulas de Contabilidade, Economia e Arquitetura. Vieram, desta feita, os cursos de pós do professor Damásio e da Gama Filho, ainda mais palestras e cursos de curta duração, que ao todo somam algumas centenas, sempre atualizados, além da participação no Fórum, do Jus Navigandi.

O material é tanto e o tempo, tão pouco. Multiplico o tempo disponível para tornar possível o que seria quase impossível. Por gosto, para ajudar novos colegas, sejam estudantes de Direito, sejam advogados ou a quem mais servir.

Esteja servido, pois: comente, critique, pergunte. Será sempre bem-vindo.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches